A Paz e o Bem

O tempo passa rápido, 2018 começou ontem, mas bastou uma piscadela e tchan: já estamos em março.

São tantas coisas pra fazer, tantas preocupações, geralmente no pouco tempo que nos resta estamos com os “benditos” celulares nas mãos. Já acordamos assim, “conectados”.

Mas qual será a qualidade das nossas conexões? Estamos conectados com o que realmente importa?

Eu particularmente tenho transitado entre falsos e nada genuínos “paz e bem” e tantas outras mensagens prontas que são enviados diariamente em grupos de Whatsapp. Nas indiretas de uns pros outros e na “vida perfeita” de mais alguns no Facebook. Na corrupção do nosso país e na “comovente” lesão no pé do Neymar na TV. Nas inúmeras notícias dos famosos e nas dicas fitness no Instagram.

Tudo tem ficado tão superficial que me assustei quando de repente as lágrimas começaram a rolar ao ver fotos de pessoas, principalmente crianças, que enfrentaram e ainda enfrentam os efeitos colaterais da guerra na Síria! São mais de 400 mortos em 5 dias.

Doeu ver aquelas fotos e ler as matérias sobre o assunto. Mas a pesquisa era necessária, eu precisava entender o porque desses ataques intermináveis.

E foi tipo: “Pow! Que bomba foi essa?”

Bomba, não! Bombas, que estão destruindo vidas e famílias há 7 anos (ou mais). Bombas, cujos “Pows” são tão estrondosos que me fizeram despertar e notar o egoísmo em achar que meus problemas são os maiores do universo. Que fizeram me conectar com esse povo que tanto tem sofrido e também me conectar com Deus, pedindo sua misericórdia. Implorando a Ele para que chegue logo o dia em que o verdadeiro PAZ e BEM reinará plenamente no mundo.

Não tem a ver com religião, tem a ver com coração, com empatia. Tem a ver com humanidade.

Por favor, orem pela Síria!

E pra quem quer fazer a diferença, confira as dicas, infos sobre Ongs que recolhem ajuda para os sobreviventes e refugiados, e muito mais. A revista Glamour preparou uma matéria super especial para os futuros doadores.

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Laços invisíveis

A vida pode ser comparada a uma fotografia!

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A gente fica numa busca infinita pelo melhor cenário, ângulo, pose, sorriso, carão, luzes e efeitos, tudo para que a fotografia saia perfeita e agrade a nós mesmos e a todas e quaisquer pessoas que a visualizarem. Mas por mais bem planejada que seja uma produção de fotografia, existem fatores que podem agir no resultado final, e as fotos podem não sair do jeito que a gente estava esperando. Com a vida é desse mesmo jeitinho, queremos que tudo saia de acordo com nossos planos, porém nem sempre é assim.

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Tem a ver com aquela história de a gente passar tempos focada em uma coisa/ objetivo, e de repente aparecer algum fator externo que desfoca a sua foto – uma pessoa que muda sua vida. Um fator surpresa, diferente de tudo o que a gente está acostumado. Desses fatores que a previsão do tempo não detecta, que chegam sem avisar, mas que agradam e logo começam a fazer parte do nosso cenário. A principio não é muito perceptível! Parece comum, a gente olha a foto e repara que tem algo diferente, mas não capta logo de cara o que é. Mas eis que um dia, a gente nota o algo diferente de um jeito diferente. E começa uma batalha interna, porque não é fácil aceitar que o diferente, pode ser na verdade, especial.

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É quase assim: e se esse fator tivesse a direita? E se tivesse a esquerda? Talvez em cima? Ou embaixo? E se ele não estivesse aqui na foto? Ah, talvez essa última, fosse o ideal, mas fazer o que? Agora é tarde, ele já existe. Um efeito especial na foto, que realça e faz ficar mais alegre, ter mais cor e brilho! E quando a gente começa a acostumar, com os efeitos do efeito, surgem mais e mais fatores externos – pessoas, coisas e etecetera! Normal, mas e agora? Agora a gente guarda a foto na gaveta especial – no que na vida seria, no coração, no meio de tantas outras fotos, e torce bastante pra que nada, ninguém e nem a ação do tempo a destrua…

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“E o que vai ficar na fotografia?”